Dói em mim, saber que a solidão insiste nos meus dias.
Dói em mim, saber que nunca mais você vai olhar pra mim.
Dói em mim, pensar que nunca mais sentirei os seus lábios.
Dói em mim, acordar e ver que você não está mais aqui ao meu lado.
Que dor é está que sinto? Parece que um punhal tirou um pedaço mim.
Por quê?
Sinto-me, perdida e vazia sem rumo sem ar.
Até quando? Até quando? Está solidão vai insistir em consumir minha vida?
Vem amor! Vem! Preciso sentir o seu corpo junto ao meu, sua respiração para que eu volte a viver.
Você partiu sem que eu pudesse me despedir.
Ficou somente em mim a tristeza da dor.
A dor do amor.
Autora: Márcia de Oliveira