terça-feira, 23 de novembro de 2010

Séneca " Meu preferido"

Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas.

Friedrich Nietzsche

As mulheres podem tornar-se facilmente amigas de um homem; mas, para manter essa amizade, torna-se indispensável o concurso de uma pequena antipatia física.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

PERDOANDO DEUS "Clarice Lispector"

Perdoando Deus


“ Porque eu me imaginava mais forte. Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil. É porque eu não quis o amor solene, sem compreender que a solenidade ritualiza a incompreensão e a transforma em oferenda. E é também porque sempre fui de brigar muito, meu modo é brigando. É porque sempre tento chegar pelo meu modo. É porque ainda não sei ceder. É porque no fundo eu quero amar o que eu amaria – e não o que é. É porque ainda não sou eu mesma, e então o castigo é amar um mundo que não é ele.”

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Lembranças

Não há nada que me faça ficar mais feliz e até um tanto emocionada do que lembrar da minha infância.


São tantas as lembranças, que escolher algumas para contar fica difícil. As brincadeiras na rua de bola, as bonecas que éramos inseparáveis. Que ousadia dizer o contrário!(risos)

Às vezes quando estou triste procuro lembrar daqueles dias em que eu tinha uma felicidade que saía pelos olhos, pelos abraços, pelas palavras.

Agora vejo que o tempo passou...aquele sorriso solto e feliz ficou num passado distante...que aquela garotinha magrinha de cabelos cacheados, cresceu virou mulher e descobriu que o amor...(...)

Fábula " O burro e o lobo"

Certa vez, um burro pastava calmamente quando viu um lobo a observá-lo. Temendo ser devorado, começou a mancar, andando com muita dificuldade.

Quando o lobo se aproximou, o burro lhe disse com ar choroso:

_Por favor, tire o espinho de minha pata...Está doendo tanto! E o pior é que vai doer também a sua garganta quando você me devorar.

O lobo, que já pensava no burro com seu petisco, resolveu ajudá-lo. Disse ao burro que erguesse a pata para que pudesse procurar o tal espinho. Quando estava bem próximo da pata do burro, este desferiu-lhe um grande coice, acabando com sua alegria.

Enquanto o lobo se recuperava, o burro galopava a toda velocidade para bem longe dali.

Moral da História: Cuidado com os favores inesperados.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

ESCREVIVENDO...

O que será que os grandes escritores sentem quando terminam de escrever um livro? Ou melhor quando vêem seus livros publicados.

Eu posso descrever o que sinto ao escrever meus livros:

É como se tudo ao meu redor nada existisse, sou cada um dos meus personagens é como se eu estivesse lá vivendo tudo, choro com eles e às vezes até me pego rindo. Outro dia estava era como se eu estivesse mesmo na África, vendo e sentindo cada cheiro ouvindo cada som. Parece coisa de maluco...(risos) mas é uma sensação indescritível.

Sinto muito prazer em escrever, posso dizer que me sinto feliz, vejo a diferença quando tenho que fazer um trabalho da faculdade já com um tema determinado, eu travo.

Mas quando se trata do meu diário, dos meus livros...minha imaginação voa como se eu tivesse asas como das gaivotas livres voando acima dos mares. Acho que é isto! Sinto-me livre quando escrevo posso escrever o que penso, demonstrando minhas tristezas e minhas alegrias e até mesmo minhas frustrações. Escrever pode ser um dom...mas para mim...é o ar que respiro.